Pequenos suspiros de grandes lembranças, envolvidas em diversas emoções, onde raios de luzes quentam a pele arrepiada pelas antigas vibrações que hoje causam lamúrios eternos encharcados do sangue que é a vida, a vida de um batimento sem ritmo e sem compaixão. Um compasso sem passo e um passo que não é dado pelo gosto do movimento, a paralisia tanto corporal como sentimental estaria com certeza presente nesse passo, um passo perplexo à dádiva. Gritos furibundos cheios de silêncio e sem histórias para contar ou cem histórias para contar? Afinal, o silêncio fala, dizem os poetas. Mas o que sabem eles se passam a vida sem estar em silêncio? Talvez o segredo esteja no pensar para si, talvez esteja nos grandes suspiros e nas pequenas lembranças, nas poucas emoções e naquelas longas noites de chuva, onde a pele está quente com aquele xaile que era da avó, sem quaisquer lamúrios e com batimentos cheios de vida e sentimento. Esses poetas não sabem nada, só sabem falar dos seus silêncios.
― c0llison
Seriamente imprudente, acha-se senhor, não possui verdadeira consciência de perda. Amostras, meras amostras vagueiam a sua mente, sem posse de realidade cita não ter nada a temer, que muito já partiu. Muito é nada. Creio que muito nunca será muito de verdade. Para ele, muito tornou-o indiferente, passa-lhe ao lado. Mas futuramente passarei eu ao lado e indiferente pois não é a palavra que me mantém mas a atitude. Nula, atitude nula na sua mão. E tal como a atitude, a minha presença também o será.
― Cheila Mal
Dormente, não de corpo mas de mente. Como se ela(mente) não pensasse nada, mas pensasse tudo, incontrolávelmente domada - descontrolo de pensamentos não existentes, confusões de existências não pensadas -, sensação caricata. É o cumulo do ridículo, autêntico cliché, alguém que se sente dormente, onde é que ainda não se viu, pergunto. Em todo o lado, respondo. Talvez seja culpa de insatisfação, ou então desejo continuo do querer. Querer sempre mais deixa-me dormente, nunca satisfeita pensando sempre que pode ser melhor. Mas assim já não é dormência, já é certeza do impulso - emoção -, conhecimento do sentimento. É o cumulo do ridículo, autêntico cliché, alguém que se sente dormente, onde é que ainda não se viu, pergunto. Nunca se virá, respondo.
― Cheila Mal
It’s hard to fight for something that is fighting for something else.
― c0llison.tumblr.com
Anonymous: Can you post a recent picture of you?

i don’t have my septum piercing out, sorry hahaimage

i’m gonna have a black fish cuz yolo